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01/06/2010, dia em que Divinópolis comemora aniversário. Não existe nada mais patético, do que o desfile na Avenida 1º de Junho. Bem verdade que
algumas instituições se fazem até necessárias a desfilar. O tiro de
guerra, corpo de bombeiros e polícia militar, isso é histórico em todas
as cidades, que ainda praticam este ato.
Contudo, a coisa se torna horripilenda, quando estão a desfilar, igrejas, cavalos, bois e outras
coisas supérfluas.
Aliás, bois na realidade são aqueles que se postam ao longo da avenida, para assistir o tal circo dos horrores. Tal qual
bois na música de Zé Ramalho, vida de gado, povo marcado, eh povo feliz, esses que ali se postam, são massa de
manobra dos orquestradores desse circo de horrores, os políticos, que se
aglomeram em um palanque montado na mesma avenida, em uma imagem que
dista do século XIX, lembrando em muito os currais eleitorais, cada um procurando o seu horário gratuito em público.
Na verdade mudam-se os orquestradores e orquestrados, mas a sinfonia é a
mesma.
A SINFONIA DA DEMAGOGIA, COM DISCURSOS EVASIVOS E SEM A MENOR CONSISTÊNCIA MUSICAL, AFINAL É UMA ORQUESTRAÇÃO.

PREPAREM-SE, POIS O DIA PROMETE.

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Respostas a este tópico

Pois é, Sérgio. Se você tiver idade suficiente, deve ter tido o "prazer" de assistir a desfile da frota de caminhões da Mobiliadora Central na Avenida Primeiro de Junho... Só aqui mesmo...
Pois é, a liberdade de pensamento e expressão é uma conquista.
Assim sendo, temos de ouvir cada coisa...
Sr. Sergio.
Muito bem postada essa sua indignação e me solidarizo-me com você pela sua observação do óbvio. Mas faz parte do contexto humano, ter uma forte resistência à mudanças, pois só consegue partir para modernidade quem é moderno.

Dia desses assisti o filme "Avatar", gostei muito da ideia da transcendência e transferência de um lugar ao outro por meios de dados cerebrais, e o melhor as possibilidades de explorar o desconhecido. Gostaria de ver outras formas de estruturas sociais saindo da "mesmisse" dos problemas crónicos sociais, sob utilização de estruturas saturadas e o medo de novos modelos.

Nunca gostei de filmes sequenciais, mas confesso que gostaria de assistir "avatar II", e uma abordagem sobre outras formas de coligações sociais, deixando de lado o problema de casa própria, disputas territoriais, e amor passional egoísta.

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