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45 NUNCA MAIS

NÃO TEM JEITO, A TURMA DO 45 É TERRÍVEL....FHC, AÉCIO, AZEREDO, VLADIMIR

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Allan Soares Lima

45 NUNCA MAIS!!!! PELO AMOR DE DEUS.

Iniciado por Allan Soares Lima 2 Dez, 2009.

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Skymoon Comentário de Skymoon em 10 outubro 2009 às 18:33
O Brasil não é mais FHC

O presidente do PT, Ricardo Berzoini, que concedeu entrevista para a Fórum que está chegando às bancas, acaba de postar uma frase no twitter que merece registro.

Para comentar a participação de Lula na ONU, cravou:

"Sorry, tucanada, mas o Brasil não é mais FHC ( Fraco, Hesitante e Covarde)".


O Brasil não é mais Fraco, Hesitante e Covarde renderia umas boas camisetas na minha época de movimento estudantil.
Skymoon Comentário de Skymoon em 14 setembro 2009 às 18:54
PSDB/DEM: A DESGRAÇA DE SP

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Com um lindo litoral, magníficos trechos de Mata Atlântica, grandes rios encachoeirados, o estado de São Paulo tem uma beleza natural invejável. Além de terras férteis e produtivas, onde se plantando tudo dá.

As chuvas que caem no estado de São Paulo são sempre bem-vindas, no interior ajudam a agricultura e em Sampa ajudam a diminuir a poluição do ar. Sampa é privilegiada, possui um fantástico comércio que disponibiliza tudo o que você necessita, tudo que você deseja. De roupas chiques de grife ao intenso comércio popular, há bens para todos os gostos e todos os níveis de poder aquisitivo.

Os restaurantes de Sampa são uma beleza, oferecem comidas de todos o Brasil e do mundo inteiro, desde a tradicional comida mineira, e baiana à sofisticada cozinha francesa, a apimentada mexicana e a deliciosa excêntrica comida coreana. O que você desejar saborear em Sampa você encontra: a melhor feijoada, o melhor churrasco, a melhor comida vegetariana, a melhor pizza, até o melhor pastel de feira.

A cidade de Sampa tem o CEASA, central de abastecimento, uma cidade dentro da cidade de SP. Ali estão todas as frutas que você imaginar e até as que você desconhecia, nacionais e importadas. Verduras, legumes, grãos da melhor qualidade e em quantidade imensa. As flores mais lindas, exóticas e perfumadas, no CEASA você encontra. Não poderiam faltar os pescados: peixes, camarões, lagostas, ostras, de encher os olhos e aguçar o paladar.

É bonita e rica a cidade de São Paulo. E o estado parece um ótimo lugar para se viver. Mas infelizmente não é assim, porque estão sendo governados pelo que existe de pior na política brasileira, o PSDB/DEM.

- A educação pública em SP é um desastre, que inclui falta de professores, falta de merenda de qualidade, falta de creches, falta de escolas, escolas em péssimo estado, péssimos salários para os professores.

- A saúde pública também é péssima: filas nos postos de saúde, dificuldades para marcar consultas, quando se consegue a consulta é marcada para daí a 45/60 dias. É tamanha a demora no atendimento, que um simples exame de laboratório, um hemograma, leva 30 dias para ser entregue ao paciente; para se ter uma idéia, esse exame é feito nos laboratórios em menos de 1h. Faltam equipamentos para diagnósticos: RX, tomógrafos, mamógrafos, ultrasom, e os que existem quase sempre estão com defeito, quebrados. Faltam leitos e UTIs. Há hospitais públicos com alas, andares inteiros desativados por falta de funcionários, falta de móveis hospitalares. Faltam medicações nos hospitais, até medicações baratas e de uso corriqueiro, como analgésicos, antissépticos, fios para sutura, gazes. Faltam médicos especialistas, e há unidades até mesmo sem um médico clinico.

- O transporte em Sampa é péssimo: ônibus velhos, lotados, poucos ônibus nas linhas, muita gente nos pontos de ônibus esperando até mais de 40 minutos. O Metrô está sempre superlotado, quase diariamente pára com problemas por falta de manutenção. A cidade não suporta uma hora de chuva, alaga toda; o trânsito, que normalmente é um caos, piora muito nos dias de chuva. As ruas de Sampa estão todas esburacadas, os bueiros estão entupidos com lixo, o lixo acumula-se nas calçadas, nos terrenos baldios, nas praças. As ruas estão às escuras porque as lâmpadas queimadas não são trocadas. Os semáforos não são inteligentes nem sequenciais, estão velhos e sempre com defeitos.

- Em Sampa as pessoas pobres são tratadas como animais. Todos os anos milhares famílias perdem suas casas, despejadas por ações judiciais executadas pela PM, que usa violência, balas de borracha, cães ferozes, gás de efeito moral. Isso tudo sem que antes a prefeitura ou o estado tenham providenciado lugares para aonde as famílias devessem ser encaminhadas, com um mínimo de dignidade. Famílias inteiras, com crianças, mulheres e idosos, ficam nas ruas com seus pertences, sob o sol e a chuva.

- A segurança em Sampa está se deteriorando. Falta contingente, faltam veículos para atender ocorrências, centenas de viaturas estão paradas por falta de manutenção. Segundo me informou um oficial da PM, falta munição, faltam colete à prova de balas para os militares e para a polícia civil.

Os salários são os piores do Brasil, o que obriga os PM e policiais fazerem bicos para poder sustentar suas famílias.

Os assaltos, assassinatos, estupros, roubos a residências e roubos de carros só fazem aumentar em SP.

- Os presídios de São Paulo estão superlotados, o governo do PSDB não investe há anos no sistema carcerário. Isso acarreta motins, fugas de presos, ataques das facções criminosas, como o PCC. São Paulo não merece o castigo de continuar nas mãos irresponsáveis do PSDB/DEM.
Skymoon Comentário de Skymoon em 14 setembro 2009 às 18:31
Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Andréa Neves ascende como guardiã da imagem do irmão


Uma menção aparentemente gratuita da Polícia Federal no inquérito sobre o mensalão mineiro jogou luz sobre uma das peças-chave do governo de Aécio Neves (PSDB). A referência traz à superfície a discreta jornalista e historiadora Andréa Neves da Cunha, 48 anos, irmã mais velha de Aécio, oficialmente chefe do serviço de assistência social do Estado e comandante de fato da área de comunicação da administração.


Conhecido por delegar funções, Aécio assenta seu governo em um tripé: a parte administrativa está sob o comando do vice-governador Antonio Junho Anastasia, a costura política local fica a cargo do secretário de Governo, Danilo de Castro. Imagem e estratégia estão com a irmã.


Na página 86 do inquérito, trata-se de Lidia Maria Alonso Lima, a beneficiária de um saque de R$ 15 mil de uma das contas controladas pelo publicitário, Marcos Valério de Souza. Como várias outras pessoas da lista, Lidia Maria disse à Polícia que recebeu os recursos a pedido de um candidato, no caso o pemedebista, já falecido, Eduardo Brandão. Em seguida, o relatório detalha: "Lídia Maria na época deste recebimento trabalhava na empresa Comercial Factoring Ltda, de propriedade de Andréa Neves da Cunha. Em outro depoimento, Lidia Maria relata ter feito parte dos quadros societários da empresa Taking Care, juntamente com Andréa Neves".


A menção a Andréa ocorre no momento em que a jornalista comanda a operação para minimizar os danos do noticiário do mensalão sobre seu irmão. Partiu da jornalista, isolada em seu gabinete no Serviço de Assistência do Estado (Servas) e em permanente contato com assessores do governo, a estratégia de aguardar uma semana de repercussão para que Aécio se pronunciasse publicamente.


Hábil em operações de blindagem e preservação de imagem, Andréa Neves só conversa sobre si com jornalistas amigos. Sua única atuação como profissional de imprensa foram algumas reportagens feitas para a revista "Pais e Filhos", nos anos 80. Ao vir para o primeiro plano, atribuiu à sua equipe a tarefa de detalhar sua situação empresarial. Assessores do governo mineiro esclarecem que Andréa foi dona da empresa de factoring entre 1993 a 1999, até a morte do marido e sócio Herval Braz, depois de um ano de luta contra o câncer. Tinha 50% do capital. Em 1996, montou com Herval, também jornalista e editor-chefe do jornal "Hoje em Dia", o segundo mais lido de Belo Horizonte, uma empresa de aluguel de carrinhos de bebê em shopping centers, com o nome em inglês. Ao ficar viúva, fechou a empresa de fomento mercantil e substituiu Herval pelo próprio Aécio, então deputado federal, como sócio da Taking Care.


Eleito governador em 2002, quatro anos depois do depósito de Marcos Valério para a funcionária de Andréia, Aécio saiu da sociedade e foi substituído, durante três anos, por Lidia Alonso. A Taking Care não é a única empresa da jornalista, cuja ascendência sobre o irmão é alvo de uma vasta mitologia em Minas Gerais. Andréa também está à frente da NC (Neves da Cunha) Participações, empresa que gere investimentos em comum dos irmãos (além do governador, há a irmã caçula, Ângela, dona de casa) e principal item patrimonial de Aécio em sua declaração de bens de 2006, quando o governador afirmou possuir cotas de capital no valor de R$ 193,4 mil.


Segundo a jornalista informou por meio da assessoria de imprensa do governo, a NC fora concebida para a administração de imóveis, mas hoje tem como única fonte de renda o aluguel de uma sala comercial na Avenida do Contorno, em Belo Horizonte. Andréa ainda é a responsável por duas emissoras de rádio FM, em Betim e São João del Rey, concessões dadas à família durante o governo Sarney.


Na campanha de 2006, em que Andréa atuou como uma das coordenadoras da reeleição do irmão, ela já havia sido o principal alvo da oposição. E como costuma acontecer na luta política do Estado, de forma indireta: seu nome constou como uma das operadoras no Estado do suposto caixa 2 descrito pela "Lista de Furnas", um documento cuja autenticidade está comprovada pela Polícia Federal, mas cujo conteúdo foi declarado falso pela CPI dos Correios. A lista foi colocada na Internet por militantes do PT mineiro. Andréa também ganhou ares de rainha cortadora de cabeças: circulou na Internet um vídeo onde seis jornalistas a responsabilizam diretamente pelas suas demissões, por terem feito reportagens que teriam desagradado o Palácio da Liberdade. A campanha de Aécio posteriormente conseguiu que dois dos jornalistas desmentissem a versão.


Adversários do PSDB e aliados são quase unânimes em afirmar - sempre sob reserva - que Andréa não cuida da captação de recursos e pagamento de fornecedores nas campanhas que se envolveu - todas as disputadas pelo irmão, desde a fracassada tentativa de se eleger prefeito de Belo Horizonte em 1992. Apesar da negativa do governo do Estado sobre a blindagem do governador, na primeira semana de repercussão do chamado "mensalão mineiro", o tema foi ignorado pelos jornais de Belo Horizonte.
Skymoon Comentário de Skymoon em 13 setembro 2009 às 16:49
LULA, VOCÊ É O CARA

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Presidente Lula, você é o cara que honrou esta nação.
Você é o cara que devolveu a dignidade ao povo brasileiro.
Hoje temos orgulho de ser brasileiros.
Você é o cara que mostrou ao mundo que o Brasil é um país soberano, livre, e o mundo aprendeu a respeitar o Brasil.
Você é o cara que enfrentou a desigualdade social e conseguiu tirar mais de 11 milhões de famílias da pobreza extrema, façanha reconhecida em todo o mundo.
Você é o cara que livrou o Brasil do FMI, que colocou a economia nos trilhos, que enfrentou a maior crise econômica mundial em todos os tempos com sabedoria e sucesso.
Você é o cara que transformou a Petrobrás, com investimentos e projetos, em uma das maiores empresas do mundo.
Você é o cara responsável pela maior geração de empregos e renda que este país já conheceu.
Você é o cara responsável por programas sociais que beneficiam milhões de brasileiros: PROUNI, Luz Para Todos, Minha Casa Minha Vida, Territórios da Cidadania, Pronasci, Bolsa Família e muitos outros.
Você é o cara que está transformando o Brasil num país de todos, num país muito melhor, admirado pelo mundo.
Você é o cara que com certeza vai fazer seu sucessor ou sucessora Presidente Lula, você é o cara.

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Skymoon Comentário de Skymoon em 13 setembro 2009 às 16:42
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Skymoon Comentário de Skymoon em 12 setembro 2009 às 16:50
10/09/2009

Mesmo na crise, pobres migram para classe média
Estudo da FGV aponta expansão da classe média

FolhaNews - VALOR

A crise econômica não interrompeu o processo de expansão da classe média brasileira, revela estudo feito pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em dados da Pesquisa Mensal do Emprego do IBGE . A população economicamente ativa incluída na classe C (pessoas com renda domiciliar de R$ 1.115 a R$ 4.807) representava, em julho, 53,20% do total, crescimento de 2,5% sobre a proporção verificada em julho de 2008.

Ao mesmo tempo, a classe AB (renda superior a R$ 4.807) teve retração de 0,5%. Em julho, representava 14,97% da população, de acordo com os dados da FGV. A classe D (entre R$ 804 e R$ 1.115) diminuiu 4,1% em relação a julho do ano passado, significando 13,51% dos brasileiros. A classe E (renda inferior a R$ 804) apresentou recuo de 3,3% em um ano, passando a representar 18,32% da população.

“No período pré-crise, em cinco anos, houve crescimento de 35% da classe AB e de 23% da classe C. No pós-crise, a boa notícia é que houve algumas perdas iniciais já recuperadas. Hoje, a classe AB está 0,5% abaixo de um ano atrás, e a classe C está 2,5% acima. Ou seja, a crise não afetou o bolso do brasileiro comum”, afirmou o coordenador do estudo, Marcelo Neri.

Neri explicou que está havendo uma recomposição da classe AB, sem perdas significativas. Ele frisou que o aumento da classe C é resultado, basicamente, de pessoas oriundas das classe mais baixas (D e E). O economista acrescentou que as chamadas periferias mantiveram um bom ritmo de atividade econômica durante a crise, sendo menos afetadas que os grandes centros urbanos.

“A peça-chave contra a crise brasileira é a classe média, é o poder de compra construído nos últimos anos. Então, as periferias conseguiram aumentar suas rendas nos últimos anos, isso segurou a atividade econômica dessas áreas na crise. Esse mercado interno gera atividade, e atividade gera emprego e mercado interno”, comentou Neri.

Estadão

De acordo com pesquisador da FGV, com a crise, ficou mais difícil se manter nas classes A e B

Adriana Chiarini, RIO - O Estado SP

A crise no Brasil atingiu principalmente a população de maior renda, inclusive na capital de São Paulo. A virada econômica dificultou o acesso e a permanência nas classes econômicas mais altas, A e B. Porém, os mais pobres, das classes D e E, mantiveram a mobilidade em direção à classe, classificada como “média baixa”. Essas são algumas das conclusões de estudo do Centro de Políticas Sociais (CPS), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) feito a partir da comparação de dados de julho deste ano com o mesmo mês de 2008.

O conjunto das classes A e B chegou a cair 0,5% entre julho do ano passado e julho deste ano, em contraste com o crescimento de 35,7% entre julho de 2003 e o mesmo mês do ano passado. Por outro lado, a classe C, cresceu 2,5% de julho do ano passado até julho de 2009, principalmente pela passagem de pessoas das classes mais baixas para a classe média. A classe C tinha crescido 23,1% entre os meses de julho de 2003 e 2008.

“É um empate e é um resultado muito bom para a época de crise, mas é uma parada súbita, já que a gente vinha melhorando a taxas altas. O copo está meio cheio e meio vazio”, disse o economista-chefe do CPS, Marcelo Neri. Ele observou que, entre 2003 e 2008, 27 milhões de pessoas - “meia França”, salientou - foram incorporadas ao conjunto de classes A, B e C e 24 milhões deixaram a pobreza.

Na capital de São Paulo, o conjunto das classes A, B e C caiu 0,68% entre julho de 2008 e julho de 2009. No entanto, na periferia paulista, houve um crescimento de 0,67% nesse grupo. Neri observou que, com exceção de Salvador, as periferias de maneira geral, reagiram melhor à crise do que as capitais nas seis principais regiões metropolitanas do País. Entre elas, São Paulo foi a única capital com queda no total das classes A, B e C.

Na avaliação de Neri, tanto a melhor performance das periferias quanto o pior desempenho de São Paulo podem estar relacionadas a que a indústria, principalmente a exportadora, e as instituições financeiras foram mais atingidas pela crise. Já as periferias teriam se beneficiado da renda da população mais pobre que continuou movimentando setores de comércio e serviços, segundo o especialista. “O mercado interno foi um verdadeiro Pelé contra a crise”, disse Neri.

A crise também parou a trajetória de queda do índice de Gini, que indica a desigualdade na economia quanto maior estiver, que subiu 0,30% em julho de 2009 em relação a igual mês de 2008. Foi a primeira alta na comparação de julho contra julho do ano anterior desde 2001, segundo Neri.

Ele comentou que a desigualdade esteve mais alta em janeiro deste ano e que o resultado de julho já representa melhora em relação àquele mês.

Também observou que a diferença entre o índice de julho de 2008 e o de julho deste ano é pequena.

De acordo com Néri, com a crise, ficou mais difícil se manter nas classes A e B. De cada 100 brasileiros que estavam em alguma dessas classes em julho de 2008, 25 tinham saído em julho de 2009, embora outros tenham ascendido. De julho de 2006 para 2007, os que saíram foram 18 em cada 100.

FOLHA

Desigualdade recua a patamar pré-crise

Estudo da Fundação Getulio Vargas aponta que principais regiões metropolitanas do país dão sinais de recuperação

Pobreza havia aumentado de forma preocupante no começo do ano; pesquisador questiona se indicador ficará parado no nível atual

ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

As seis principais regiões metropolitanas brasileiras dão sinais de que estão se recuperando da crise, segundo estudo divulgado ontem pelo economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas.
Ao analisar a evolução da renda na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE -a PME- especialmente de julho de 2008 a julho deste ano, Neri detectou que a desigualdade, que tinha dado sinais preocupantes de aumento nos primeiros meses deste ano, no pico da crise, praticamente voltou aos patamares de 12 meses atrás.
De 2003 a 2008, a série histórica mostra que a pobreza e a desigualdade caíram de forma praticamente constante. Esse movimento de melhoria foi interrompido em janeiro deste ano, quando os efeitos da crise começaram a ser percebidos com mais força nas regiões metropolitanas brasileiras.
A piora verificada nos quatro primeiros meses do ano, no entanto, foi compensada pela melhoria na PME em maio, junho e julho. Com isso, os indicadores de desigualdade e pobreza voltaram praticamente aos patamares de 12 meses antes.
“O que houve foi um empate, o que não é ruim em tempos de crise. Mas a questão agora é o que vai acontecer no futuro: voltaremos a melhorar com a pujança de antes ou ficaremos estagnados nessa situação atual?”, indaga o pesquisador.
Em julho de 2003, 47% dos brasileiros estavam nas classes D ou E, definidas no estudo como aquelas em que a renda domiciliar total é inferior a R$ 1.115. Em julho de 2008, essa proporção caiu para 33%. Neste ano, no mesmo mês, o percentual registrado foi de 32%.
No caso da desigualdade, que é medida pelo índice de Gini, de julho de 2003 para julho de 2008 a redução foi de 5,8%. No período de julho de 2008 a julho deste ano, houve ligeiro aumento de 0,3%.
A analise mensal, no entanto, mostra que apenas em janeiro houve um aumento de 2,5% em relação a dezembro do ano passado. Esse pico foi compensado em parte pela redução verificada a partir de abril. Isso fez com que o indicador de todo o período de 12 meses de julho a julho ficasse praticamente estável.

São Paulo
Na comparação das seis regiões metropolitanas da pesquisa (São Paulo, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio e Porto Alegre), São Paulo teve o pior desempenho entre julho de 2008 e julho de 2009, com aumento na renda per capita de apenas 0,5%. Nas demais, o crescimento variou de 3,7% (caso de Recife) a 6,4% (em Belo Horizonte).
Neri analisou também separadamente as capitais e as demais cidades que compõem as regiões metropolitanas. Na maioria delas, os municípios ao redor das capitais atravessaram melhor o período de crise.
Em São Paulo, por exemplo, a capital chegou a registrar de julho de 2008 a julho de 2009 queda de 3,2% na renda média per capita. Em compensação, as demais cidades da região metropolitana tiveram crescimento de 7,7% na renda média.
A hipótese do economista para explicar esse comportamento é que as capitais, por serem mais industrializadas, sentiram mais os efeitos da crise econômica internacional.
“Foram os mercados financeiros que transmitiram a crise. Talvez as periferias sejam menos conectadas aos mercados externos via exportação.”
Skymoon Comentário de Skymoon em 12 setembro 2009 às 16:39
A Justiça Tucana

http://www.novojornal.com/pdf/justica_tucana/index.htm


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Skymoon Comentário de Skymoon em 10 setembro 2009 às 18:36
Ministra interina da Casa Civil rebate críticas de Aécio

Agência Estado: A ministra-chefe interina da Casa Civil, Erenice Guerra, inaugurou o estilo bateu levou, ao divulgar nota oficial contestando as declarações do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, de que o governo federal "está devendo uma ação mais consistente" no Estado e que age com "descaso" em relação à proposta de uma Parceria Público-Privada (PPP) para a ampliação do metrô de Belo Horizonte. Em atitude inédita, a resposta da Casa Civil ao governo de Minas foi distribuída para a imprensa, via e-mail, cerca de uma hora depois de as declarações de Aécio terem sido divulgadas nos noticiários online. Na nota, a Casa Civil diz que "estranha" a manifestação do governador e que "ao contrário" do que ele afirma "não há descaso do governo federal em relação a Minas Gerais", justificando que "o Estado e sua população estão sendo beneficiados com investimentos importantes". Depois de destacar que "quem construiu e mantém o metrô de Belo Horizonte é o governo federal", a nota prossegue informando que "somente dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) o Estado mineiro está sendo contemplado com investimentos que somam R$ 50,6 bilhões".
Diz ainda que, a discussão sobre "a ampliação do metrô em BH está subordinada à definição dos projetos de todas as cidades-sede da Copa de 2014" e que no orçamento de 2009 estão previstos R$ 66 milhões para a conclusão do trecho Eldorado-Vilarinho, e R$ 50 milhões para a vedação da faixa de domínio do trecho Barreiro-Calafate. Cita ainda que os projetos executivos das Linhas 2 e 3, orçados em R$ 15 milhões, estão sendo bancados pelo governo federal. Por fim, a nota destaca que além dos investimentos do PAC e da Copa 2014, o governo federal está beneficiando Minas Gerais, por exemplo, com 16 novas escolas técnicas e 12 novos campi de universidades. E 1 milhão de famílias mineiras estão recebendo o auxílio financeiro do Bolsa Família.
Skymoon Comentário de Skymoon em 9 setembro 2009 às 18:41
O Poder sem Pudor


Denunciada e indiciada por práticas ilícitas quando prefeita de Três Pontas, Adriene Barbosa assume vaga de conselheira



A ausência de princípios éticos questionados em todo País é relativamente pequena se comparada com o que vem ocorrendo em Minas Gerais.

Enquanto no passado a probidade era quesito fundamental para o exercício da função pública, atualmente inverteu-se a lógica, ou seja, apenas os desonestos ocupam funções públicas. Não se trata de uma pequena minoria, mas sim da maioria.

A atribuição de fiscalização das atividades das empresas, autarquias e outras entidades públicas exercida pelo Tribunal de Contas, legalmente permaneceu onde estava. Porém, a prática dos conselheiros é que mudou.

Desta forma, podemos afirmar que não precisamos de novas leis, apenas de pessoas que as cumpram.

Na Corte do Tribunal de Contas, sem dúvida de errar, os mais crédulos dizem que 90% dos conselheiros são desonestos. Não se trata de acusação, basta aferir o “prontuário” de cada um dos integrantes da Corte, uma vez que currículos poucos têm.

Para confirmar o que noticiamos, são atualmente conselheiros do Tribunal de Contas:

Wanderley Geraldo de Ávila (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado)

Antônio Carlos Doorgal de Andrada (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado)

Adriene Barbosa de Faria Andrade (investigada pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Federal, processada e indiciada)

Eduardo Carone Costa (sem investigações e processos).

Elmo Braz Soares (investigado pela Polícia Federal, processado e indiciado).

Como pode uma Corte como esta continuar a julgar as contas públicas do Estado de Minas Gerais?

Os conselheiros do Tribunal de Contas vêm aprovando a mais variada gama de negociatas, conforme comprovado por inquérito da Polícia Federal.

Quase que a totalidade dos atuais conselheiros foi indicada pelo Executivo. Desta forma, tudo leva a crer que ao Executivo interessa esta situação.

O Executivo não pode sequer alegar que não sabia. Entretanto, o absurdo ultrapassou o limite do pudor na indicação da conselheira Adriene. A justificativa foi que a mesma era “namorada” de Clésio Andrade, na época vice-governador de Minas.

O sindicato dos funcionários do Tribunal de Contas chegou a ajuizar uma ação contra sua indicação. Até hoje nada adiantou.

A imoralidade é tão grande que particulares estão encaminhando ao Judiciário e ao presidente do Tribunal (sic) denúncia de suspeição contra os conselheiros, como a encaminhada contra a conselheira Adriene. (cópia abaixo).

Já que vale a indicação de namorada, a exemplo de Napoleão, inclusive Clésio parece com Napoleão, só falta agora acontecer como ocorrido no Senado Romano, quando Calígula indicou seu cavalo Incitatus para compor o Senado.

Evidente que, segundo funcionárias do Tribunal, só falta o cavalo Incitatus. Calígula já existe.

Há pouco mais de um mês, o então candidato à vaga de conselheiro, deputado Irani Barbosa, denunciou da Tribuna da Assembleia Legislativa a maneira pouco ortodoxa adotada pelos deputados para escolha do novo conselheiro.

Será que não estaria na hora de mudar o modelo de indicação para provimento do cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas?

http://www.novojornal.com/pdf/adriane.pdf
Skymoon Comentário de Skymoon em 8 setembro 2009 às 16:23
Caixa Preta / Livro-bomba acusa FHC

É sempre bom lembrar o que fez o FHC na Presidência!!!
FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão.

DEVERÍAMOS TODOS LER ESTE LIVRO!!! OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA.

Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato, DEMos e a CIA.

Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.
A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
Agente da CIA
Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).
5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).
6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.
 

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