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Às 17:55 em 27 abril 2012, esther disse...

Olá querida,

meu nome é Esther, me deparei     com o seu perfil agora neste Site comentário. Então eu decidi parar por um que você sabe que eu realmente quero ter uma boa amizade com você. Além de que tenho algo de especial que eu quero discute com você, mas acho que é difícil me expressar aqui, já que é um site público. Vou ser muito feliz, Se você puder voltar para mim, através do meu e-mail (estherloveme24@yahoo.com) para que possamos conhecer melhor uns aos outros, e assim dar lhe as minhas fotos e também dizer-lhe mais sobre mim OK, você pode entrar em contato comigo através do meu e-mail id é, (estherloveme24@yahoo.com)
respeito,           
Esther

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Hello dear,

my name is Esther, i came across your profile now on this Comment Site . So I decided to stop by an let you know that I really want to have a good friendship with you. Beside i have something special i want to discuses with you, but I find it difficult to express myself here, since it's a public site. I will be very happy, If you can get back to me, through my e-mail(estherloveme24@yahoo.com) So we can get to know each other better,and i well give you my pictures and also tell you more about me OK, you can contact me through my e-mail id Is,(estherloveme24@yahoo.com)
Regard,
Esther

Às 16:46 em 13 setembro 2009, Skymoon disse...
LULA, VOCÊ É O CARA

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Presidente Lula, você é o cara que honrou esta nação.
Você é o cara que devolveu a dignidade ao povo brasileiro.
Hoje temos orgulho de ser brasileiros.
Você é o cara que mostrou ao mundo que o Brasil é um país soberano, livre, e o mundo aprendeu a respeitar o Brasil.
Você é o cara que enfrentou a desigualdade social e conseguiu tirar mais de 11 milhões de famílias da pobreza extrema, façanha reconhecida em todo o mundo.
Você é o cara que livrou o Brasil do FMI, que colocou a economia nos trilhos, que enfrentou a maior crise econômica mundial em todos os tempos com sabedoria e sucesso.
Você é o cara que transformou a Petrobrás, com investimentos e projetos, em uma das maiores empresas do mundo.
Você é o cara responsável pela maior geração de empregos e renda que este país já conheceu.
Você é o cara responsável por programas sociais que beneficiam milhões de brasileiros: PROUNI, Luz Para Todos, Minha Casa Minha Vida, Territórios da Cidadania, Pronasci, Bolsa Família e muitos outros.
Você é o cara que está transformando o Brasil num país de todos, num país muito melhor, admirado pelo mundo.
Você é o cara que com certeza vai fazer seu sucessor ou sucessora Presidente Lula, você é o cara.

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Às 16:38 em 13 setembro 2009, Skymoon disse...
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Às 16:47 em 12 setembro 2009, Skymoon disse...
10/09/2009

Mesmo na crise, pobres migram para classe média
Estudo da FGV aponta expansão da classe média

FolhaNews - VALOR

A crise econômica não interrompeu o processo de expansão da classe média brasileira, revela estudo feito pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em dados da Pesquisa Mensal do Emprego do IBGE . A população economicamente ativa incluída na classe C (pessoas com renda domiciliar de R$ 1.115 a R$ 4.807) representava, em julho, 53,20% do total, crescimento de 2,5% sobre a proporção verificada em julho de 2008.

Ao mesmo tempo, a classe AB (renda superior a R$ 4.807) teve retração de 0,5%. Em julho, representava 14,97% da população, de acordo com os dados da FGV. A classe D (entre R$ 804 e R$ 1.115) diminuiu 4,1% em relação a julho do ano passado, significando 13,51% dos brasileiros. A classe E (renda inferior a R$ 804) apresentou recuo de 3,3% em um ano, passando a representar 18,32% da população.

“No período pré-crise, em cinco anos, houve crescimento de 35% da classe AB e de 23% da classe C. No pós-crise, a boa notícia é que houve algumas perdas iniciais já recuperadas. Hoje, a classe AB está 0,5% abaixo de um ano atrás, e a classe C está 2,5% acima. Ou seja, a crise não afetou o bolso do brasileiro comum”, afirmou o coordenador do estudo, Marcelo Neri.

Neri explicou que está havendo uma recomposição da classe AB, sem perdas significativas. Ele frisou que o aumento da classe C é resultado, basicamente, de pessoas oriundas das classe mais baixas (D e E). O economista acrescentou que as chamadas periferias mantiveram um bom ritmo de atividade econômica durante a crise, sendo menos afetadas que os grandes centros urbanos.

“A peça-chave contra a crise brasileira é a classe média, é o poder de compra construído nos últimos anos. Então, as periferias conseguiram aumentar suas rendas nos últimos anos, isso segurou a atividade econômica dessas áreas na crise. Esse mercado interno gera atividade, e atividade gera emprego e mercado interno”, comentou Neri.

Estadão

De acordo com pesquisador da FGV, com a crise, ficou mais difícil se manter nas classes A e B

Adriana Chiarini, RIO - O Estado SP

A crise no Brasil atingiu principalmente a população de maior renda, inclusive na capital de São Paulo. A virada econômica dificultou o acesso e a permanência nas classes econômicas mais altas, A e B. Porém, os mais pobres, das classes D e E, mantiveram a mobilidade em direção à classe, classificada como “média baixa”. Essas são algumas das conclusões de estudo do Centro de Políticas Sociais (CPS), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) feito a partir da comparação de dados de julho deste ano com o mesmo mês de 2008.

O conjunto das classes A e B chegou a cair 0,5% entre julho do ano passado e julho deste ano, em contraste com o crescimento de 35,7% entre julho de 2003 e o mesmo mês do ano passado. Por outro lado, a classe C, cresceu 2,5% de julho do ano passado até julho de 2009, principalmente pela passagem de pessoas das classes mais baixas para a classe média. A classe C tinha crescido 23,1% entre os meses de julho de 2003 e 2008.

“É um empate e é um resultado muito bom para a época de crise, mas é uma parada súbita, já que a gente vinha melhorando a taxas altas. O copo está meio cheio e meio vazio”, disse o economista-chefe do CPS, Marcelo Neri. Ele observou que, entre 2003 e 2008, 27 milhões de pessoas - “meia França”, salientou - foram incorporadas ao conjunto de classes A, B e C e 24 milhões deixaram a pobreza.

Na capital de São Paulo, o conjunto das classes A, B e C caiu 0,68% entre julho de 2008 e julho de 2009. No entanto, na periferia paulista, houve um crescimento de 0,67% nesse grupo. Neri observou que, com exceção de Salvador, as periferias de maneira geral, reagiram melhor à crise do que as capitais nas seis principais regiões metropolitanas do País. Entre elas, São Paulo foi a única capital com queda no total das classes A, B e C.

Na avaliação de Neri, tanto a melhor performance das periferias quanto o pior desempenho de São Paulo podem estar relacionadas a que a indústria, principalmente a exportadora, e as instituições financeiras foram mais atingidas pela crise. Já as periferias teriam se beneficiado da renda da população mais pobre que continuou movimentando setores de comércio e serviços, segundo o especialista. “O mercado interno foi um verdadeiro Pelé contra a crise”, disse Neri.

A crise também parou a trajetória de queda do índice de Gini, que indica a desigualdade na economia quanto maior estiver, que subiu 0,30% em julho de 2009 em relação a igual mês de 2008. Foi a primeira alta na comparação de julho contra julho do ano anterior desde 2001, segundo Neri.

Ele comentou que a desigualdade esteve mais alta em janeiro deste ano e que o resultado de julho já representa melhora em relação àquele mês.

Também observou que a diferença entre o índice de julho de 2008 e o de julho deste ano é pequena.

De acordo com Néri, com a crise, ficou mais difícil se manter nas classes A e B. De cada 100 brasileiros que estavam em alguma dessas classes em julho de 2008, 25 tinham saído em julho de 2009, embora outros tenham ascendido. De julho de 2006 para 2007, os que saíram foram 18 em cada 100.

FOLHA

Desigualdade recua a patamar pré-crise

Estudo da Fundação Getulio Vargas aponta que principais regiões metropolitanas do país dão sinais de recuperação

Pobreza havia aumentado de forma preocupante no começo do ano; pesquisador questiona se indicador ficará parado no nível atual

ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

As seis principais regiões metropolitanas brasileiras dão sinais de que estão se recuperando da crise, segundo estudo divulgado ontem pelo economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas.
Ao analisar a evolução da renda na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE -a PME- especialmente de julho de 2008 a julho deste ano, Neri detectou que a desigualdade, que tinha dado sinais preocupantes de aumento nos primeiros meses deste ano, no pico da crise, praticamente voltou aos patamares de 12 meses atrás.
De 2003 a 2008, a série histórica mostra que a pobreza e a desigualdade caíram de forma praticamente constante. Esse movimento de melhoria foi interrompido em janeiro deste ano, quando os efeitos da crise começaram a ser percebidos com mais força nas regiões metropolitanas brasileiras.
A piora verificada nos quatro primeiros meses do ano, no entanto, foi compensada pela melhoria na PME em maio, junho e julho. Com isso, os indicadores de desigualdade e pobreza voltaram praticamente aos patamares de 12 meses antes.
“O que houve foi um empate, o que não é ruim em tempos de crise. Mas a questão agora é o que vai acontecer no futuro: voltaremos a melhorar com a pujança de antes ou ficaremos estagnados nessa situação atual?”, indaga o pesquisador.
Em julho de 2003, 47% dos brasileiros estavam nas classes D ou E, definidas no estudo como aquelas em que a renda domiciliar total é inferior a R$ 1.115. Em julho de 2008, essa proporção caiu para 33%. Neste ano, no mesmo mês, o percentual registrado foi de 32%.
No caso da desigualdade, que é medida pelo índice de Gini, de julho de 2003 para julho de 2008 a redução foi de 5,8%. No período de julho de 2008 a julho deste ano, houve ligeiro aumento de 0,3%.
A analise mensal, no entanto, mostra que apenas em janeiro houve um aumento de 2,5% em relação a dezembro do ano passado. Esse pico foi compensado em parte pela redução verificada a partir de abril. Isso fez com que o indicador de todo o período de 12 meses de julho a julho ficasse praticamente estável.

São Paulo
Na comparação das seis regiões metropolitanas da pesquisa (São Paulo, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio e Porto Alegre), São Paulo teve o pior desempenho entre julho de 2008 e julho de 2009, com aumento na renda per capita de apenas 0,5%. Nas demais, o crescimento variou de 3,7% (caso de Recife) a 6,4% (em Belo Horizonte).
Neri analisou também separadamente as capitais e as demais cidades que compõem as regiões metropolitanas. Na maioria delas, os municípios ao redor das capitais atravessaram melhor o período de crise.
Em São Paulo, por exemplo, a capital chegou a registrar de julho de 2008 a julho de 2009 queda de 3,2% na renda média per capita. Em compensação, as demais cidades da região metropolitana tiveram crescimento de 7,7% na renda média.
A hipótese do economista para explicar esse comportamento é que as capitais, por serem mais industrializadas, sentiram mais os efeitos da crise econômica internacional.
“Foram os mercados financeiros que transmitiram a crise. Talvez as periferias sejam menos conectadas aos mercados externos via exportação.”
Às 16:40 em 12 setembro 2009, Skymoon disse...
A Justiça Tucana

http://www.novojornal.com/pdf/justica_tucana/index.htm


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Às 18:34 em 10 setembro 2009, Skymoon disse...
Ministra interina da Casa Civil rebate críticas de Aécio

Agência Estado: A ministra-chefe interina da Casa Civil, Erenice Guerra, inaugurou o estilo bateu levou, ao divulgar nota oficial contestando as declarações do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, de que o governo federal "está devendo uma ação mais consistente" no Estado e que age com "descaso" em relação à proposta de uma Parceria Público-Privada (PPP) para a ampliação do metrô de Belo Horizonte. Em atitude inédita, a resposta da Casa Civil ao governo de Minas foi distribuída para a imprensa, via e-mail, cerca de uma hora depois de as declarações de Aécio terem sido divulgadas nos noticiários online. Na nota, a Casa Civil diz que "estranha" a manifestação do governador e que "ao contrário" do que ele afirma "não há descaso do governo federal em relação a Minas Gerais", justificando que "o Estado e sua população estão sendo beneficiados com investimentos importantes". Depois de destacar que "quem construiu e mantém o metrô de Belo Horizonte é o governo federal", a nota prossegue informando que "somente dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) o Estado mineiro está sendo contemplado com investimentos que somam R$ 50,6 bilhões".
Diz ainda que, a discussão sobre "a ampliação do metrô em BH está subordinada à definição dos projetos de todas as cidades-sede da Copa de 2014" e que no orçamento de 2009 estão previstos R$ 66 milhões para a conclusão do trecho Eldorado-Vilarinho, e R$ 50 milhões para a vedação da faixa de domínio do trecho Barreiro-Calafate. Cita ainda que os projetos executivos das Linhas 2 e 3, orçados em R$ 15 milhões, estão sendo bancados pelo governo federal. Por fim, a nota destaca que além dos investimentos do PAC e da Copa 2014, o governo federal está beneficiando Minas Gerais, por exemplo, com 16 novas escolas técnicas e 12 novos campi de universidades. E 1 milhão de famílias mineiras estão recebendo o auxílio financeiro do Bolsa Família.
Às 19:26 em 9 setembro 2009, Skymoon disse...
Às 16:17 em 8 setembro 2009, Skymoon disse...
Caixa Preta / Livro-bomba acusa FHC

É sempre bom lembrar o que fez o FHC na Presidência!!!
FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão.

DEVERÍAMOS TODOS LER ESTE LIVRO!!! OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA.

Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato, DEMos e a CIA.

Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.
A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
Agente da CIA
Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).
5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).
6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.
Às 15:20 em 3 setembro 2009, Skymoon disse...
Nostradamus é brincadeira: Veja Zé Serra e seus lacaios em outubro de 2010!

Às 18:47 em 2 setembro 2009, Skymoon disse...
Enquete realizada pelo Tudo em Cima aponta que 74% dos votantes desaprovam o governo de José Serra (PSDB).

Dos 186 votantes, apenas 9% fazem uma avaliação positiva do tucano à frente do governo paulista.

59% acham seu desempenho péssimo!

E 12% não tem a menor idéia do que Serra faz ou deixa de fazer. Não sei dizer se votou nessa opção aquele leitor alienado, que elege qualquer um só para não deixar a esquerda ganhar e depois esquece de política, ou se esse voto foi uma crítica à falta de uma cobertura aprofundada do governo do Serra na mídia corporativa, que só publica elogios e blinda o tucano de qualquer noticia ruim relacionada ao seu governo.

Qual sua opinião sobre a gestão de Zé Serra à frente do Governo de São Paulo

-Ótimo: 11 (5%)
-Bom: 1 (0%)
-Regular positivo: 9 (4%)
-Regular negativo: 7 (3%)
-Ruim: 23 (12%)
-Péssimo: 111 (59%)
-Não tenho a menor idéia do que o Serra faz ou deixa de fazer: 24 (12%)

Total de Votos: 186
 
 
 

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